E eu aqui,
Já não consigo reprimir as minhas pálpebras,
Elas teimam em se fechar...
Mas eu, que tenho asas diáfanas,
Não consigo deixar de imaginar,
Deixar de ver a esperança que vive entre as nossas “costuras”
E que, do tempo, se farão presentes em nossos sorrisos tão parecidos.
Você que torna minha vida mais ingovernável,
Que me faz pular poças e mais poças, fazendo splashes sobre a água,
Respingando sobre mim,
A tua minha gargalhada.
E maximizando a minha felicidade...
Que és tua!
E eu encharco-me dela!
(Marília Felix)
Post original no Jardim do Girassóis